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O hexa, o 50º título e a supremacia alvinegra em um Mineiro sem azul na final

26 de Marco de 2025, por Vanuza Resende

Pôster Atlético campeão mineiro (foto Jornal Estado de Minas)

O Atlético é campeão mineiro. De novo. Pela sexta vez consecutiva. Pela quinquagésima vez na história. Já virou rotina, quase que um ritual: o Galo entra no campeonato estadual, dá aquela espiada nos rivais, sente a temperatura e, quando vê, já está levantando a taça. Dessa vez, o roteiro até teve um pequeno plot twist, um fiapo de emoção ali no segundo jogo da final. Mas, sejamos sinceros, alguém realmente achou que o América ia estragar a festa? 

O Coelho até tentou. Fez o que pôde. Inclusive, fez um gol! Servindo aquele famoso “água no chopp” para a Massa, que já estava com o grito de campeão engatilhado. Mas, cá entre nós, era só uma gotinha, nada que fizesse a cerveja perder o gás. O Atlético administrou, cozinhou e, sem maiores sustos, confirmou o título. 

E o Cruzeiro? Bem… ficou só olhando de longe. Foi eliminado antes mesmo de ter a chance de dar um pouco mais de graça ao campeonato. E aí o Mineiro, que poderia ter tido mais dois clássicos entre Atlético e Cruzeiro, ficou sem aquele tempero especial. 

O torcedor atleticano, que já estava acostumado a vencer o rival na final, teve que se contentar com um título sem esse ingrediente. Mas sejamos honestos: depois de seis títulos seguidos, cinquenta no total, e um adversário que não consegue sequer chegar até a decisão, será que o torcedor sente falta mesmo? Ou já está curtindo esse novo hábito de ver o Atlético desfilar soberano no futebol mineiro? 

Seja como for, a taça é do Galo. O hexa está na conta. O número 50 na prateleira. E a pergunta que fica no ar é: tem alguém aí para impedir o sétimo?

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